Durante o segundo turno das eleições de 2006, descobri que tinha sido condenada por um crime que não cometi. Uma prima havia furtado, em 2004, um supermercado numa cidade do Rio Grande do Sul onde nunca estive antes: Encantado. Ela foi presa em flagrante por formação de quadrilha e furto e, na delegacia, se passou por mim. Nenhum documento foi apresentado.